Em suma, a Educação Sistêmica trabalha a perspectiva de melhoria na forma de organizar a dinâmica em sala de aula ao propor alterações estratégicas que visam uma maior associação do conteúdo e o envolvimento dos alunos. Neste post iremos abordar o que é Educação Sistêmica e como ela pode ser primordial para revolucionar a forma como as instituições de ensino promovem a aprendizagem. 

Introdução

Após várias décadas utilizando métodos tradicionais de ensino, diversas instituições educadoras estão chegando à mesma conclusão: mudanças precisam ser implantadas e novas formas de trabalho dentro e fora da sala de aula devem ser adotadas o quanto antes. Isso significa que é preciso revolucionar a forma como o ensino é lecionado e como os alunos o recebem

A reforma sistêmica é proposta como uma alternativa para modificar e suprir as lacunas que os métodos tradicionais não conseguem ou que simplesmente ignoram. 

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Pensando na primordialidade desse tema, elencamos, neste conteúdo, pontos importantes sobre a Educação Sistêmica e como ela pode revolucionar a forma como os conteúdos são lecionados nas IEs. Além disso, reunimos também alguns materiais complementares, disponibilizados no decorrer do conteúdo. Tudo isso para tornar a sua experiência ainda mais direcionada.

Com o intuito de termos um entendimento completo do assunto, começaremos por conceitos fundamentais:

O que é Educação Sistêmica?

A Educação Sistêmica é uma abordagem de ensino revolucionária que envolve todos os alunos. Ela incentiva que os docentes expandam o “olhar” dos alunos para além das fronteiras da sala de aula.

Em resumo, a Educação Sistêmica propõe alterações que englobam várias esferas da instituição de ensino, dentro e fora da sala de aula. Ela trabalha questões escolares que vão desde a avaliação do aluno até às finanças.

Na educação, os termos “reforma sistêmica” ou “melhoria sistêmica” são comumente utilizados ​​para se referir a elementos ou componentes específicos de um sistema educacional. 

É importante ressaltar que a Educação Sistêmica não consiste numa metodologia. Ela propõe intervenções desenhadas com a finalidade de  solucionar problemas, atuando nas esferas escola, aluno e família.

O que é trabalhado?

Já que o nosso assunto é o que é Educação Sistêmica, não podemos deixar de mencionar o que é trabalhado por ela. Dentre os principais pontos, estão:

  • Reformas que afetam diferentes níveis do sistema educacional; 
  • Alterações visam influenciar, em diferentes proporções, alunos e funcionários; 
  • Melhorias que podem variar amplamente em design e finalidade.

Vale ressaltar que, embora o apoio à Educação Sistêmica venha crescendo, mudanças sempre acarretam resistências. Isso significa que muitos gestores preocupam-se em como serão afetados e se poderão manter o novo formato de forma sustentável.

Por que a reforma sistêmica é necessária?

Ao analisar diversos fatores, conseguimos visualizar o quão essencial são as alterações propostas pela Educação Sistêmica. Veja a seguir alguns dos principais motivos que as justificam:

  • A estrutura social e econômica do país mudou;
  • Houveram mudanças na estrutura familiar tradicional;
  • Novas expectativas dos estudantes;
  • Alteração na forma de adquirir produtos e serviços;
  • Demandas por profissionais com uma formação completa;
  • Formação de profissionais que possuam soft skills, tais como a resolução de problemas e a capacidade de adaptabilidade;
  • Pluralização do acesso ao ensino.

A seguir, veremos as defasagens dos métodos tradicionais de ensino e as alterações trabalhadas pela Educação Sistêmica, mas antes eu tenho um convite para você!

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As defasagens dos métodos tradicionais

O método tradicional da dinâmica em sala de aula, geralmente, envolve alguns alunos, mas não todos, veja só:

Nesse formato, os alunos se sentam em fileiras e devem seguir a regra de não conversar. O docente, por sua vez, apresenta uma informação e faz uma pergunta com o intuito de envolver os alunos. A resposta deles geralmente ilustra-se através de braços erguidos solicitando a fala. 

De forma aparente, essa situação pode não configurar nenhum tipo de problema, mas se pararmos para analisar perceberemos que, ao escolher apenas um aluno para falar, o docente estará “descartando” os outros.

Isso significa que eles competem, mesmo que inconscientemente, pelo protagonismo, criando um sentimento de competitividade. Resultado? Um ambiente menos favorável para aprendizagem. 

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Além disso, outro ponto que merece atenção é o tempo que o aluno está ativamente envolvido.

Quando não há participação ativa na dinâmica da aula os alunos acabam se dividindo entre aqueles que estão prestando atenção, os que estão parcialmente envolvidos e aqueles que não sabem nem mesmo sobre o que está sendo lecionado. Resultado? Uma defasagem no rendimento.

Dicas para colocar a  Educação Sistêmica em prática

Já que nosso tema é o que é Educação Sistêmica e como ela pode revolucionar a aprendizagem, não podemos deixar de lado as alterações propostas!

Em suma, a Educação Sistêmica envolve todos os alunos. Isso porque altera-se as dinâmicas da rotina institucional, tanto fisicamente quanto conceitualmente, acompanhe.

Com o novo formato, os alunos devem ser posicionados um de frente para o outro, de forma que possam estabelecer contato visual, eliminando de vez a visão das costas do colega da frente.

Em síntese, uma forma de trabalhar e incentivar a autonomia e a fixação do conteúdo é a utilização da Estrutura troca de ideias cronometrada.

Nesse formato, o docente realiza uma pergunta para alunos em pares. Assim, um dos alunos compartilha suas percepções por 30 segundos e, após isso, é a vez do seu par compartilhá-la também por 30 segundos. 

Em poucos segundos trabalha-se o envolvimento de todos os alunos na mesma quantidade de tempo, eliminando o sentimento de exclusão, ao mesmo tempo em que trabalha-se o desenvolvimento de habilidades como a proatividade e a autonomia

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