Com o intuito de obter melhores resultados, as instituições de ensino têm investido cada vez mais na Gestão da Permanência de alunos. Esse processo trabalha pontos como o controle de evasão, a satisfação dos alunos e a educação continuada. Sua instituição já implementa esses processos de forma automatizada e eficiente? Para você não perder mais tempo, preparamos um guia completo para otimizar a sua retenção de alunos. 

Segundo levantamentos realizados pela 9ª edição do Mapa do Ensino Superior, a taxa de evasão em cursos de ensino superior atingiu 31,6% nos cursos presenciais e 34,9% na modalidade EAD. 

Uma coisa é certa: esses números são alarmantes! Pensando nisso, esbarramos em um tema delicado e capaz de impactar diretamente os resultados financeiros e o desempenho geral obtidos pelas instituições de ensino. 

Aqui, é fácil perceber que: embora a sua IE possua bons índices de captação de alunos, caso não haja investimentos em estratégias eficientes para mantê-los estudando com você, todo o esforço poderá ser comprometido. Isso porque os resultados serão afetados no longo prazo.

Ainda está com dúvidas e quer saber como aumentar a permanência dos alunos e garantir lucratividade a longo prazo? No nosso artigo “Quanto custa para sua instituição não otimizar a campanha de alunos agora?”, apresentamos bons argumentos que podem te convencer, confira clicando aqui! 

Evasão escolar: identifique o problema 

De maneira resumida, a evasão escolar é o que ocorre quando um aluno já matriculado deixa de frequentar a instituição. Podendo ser ela pública ou privada. Evidenciando-se, assim, como abandono dos estudos por meio do desligamento completo ou pelo número elevado de faltas.

Algumas questões contribuem diretamente para a saída de alunos da sua instituição, veja:

  • Aumento dos cursos na modalidade EAD;
  • Ofertas de cursos de baixo custo;
  • Cortes ao FIES (Programa de Financiamento Estudantil);
  • Instabilidade econômica atual.

Por isso, é fundamental desenvolver estratégias para que os seus alunos se sintam seguros e completamente satisfeitos com a escolha realizada, no caso: você. 

Gestão da Permanência: conhecimentos iniciais 

As instituições de ensino têm enfrentado um grande desafio: trabalhar, preventivamente, contra a saída de alunos. Isso porque já não basta que os esforços estejam voltados apenas para a qualidade do ensino. É necessário também criar ações para a permanência do atual quadro de discentes. E é exatamente nesse contexto que surge a Gestão da Permanência.  

Basicamente, podemos definir a Gestão da Permanência como um conjunto de ações práticas que visam a manutenção do aluno em sua instituição de ensino.

Trabalhando em parceria com a sua IE, a Plataforma Rubeus te ajuda a identificar possíveis evasores. Ou seja, determinados alunos que estejam propensos a saírem da sua instituição de ensino. 

Com essas informações, você pode trabalhar estrategicamente e de forma preventiva com a finalidade de o aluno não querer sair da sua instituição. De modo que ele esteja tão satisfeito que continue estudando com você, fazendo uma de suas pós ou um curso de extensão, por exemplo. 

Mas, como fazer isso? O primeiro passo é conhecer os principais processos capazes de proporcionar um melhor acompanhamento do estudante, veja:

1) Gestão da permanência

O primeiro passo é identificar os indicadores de evasão atuais da sua instituição de ensino. Isso quer dizer que, antes de tudo, é necessário conhecer os seus números de evasão. Ou seja, pondere sobre: quantos dos seus alunos abandonam a sua instituição durante um ano? 

Fazendo isso, você consegue mensurar o tamanho do problema e, assim, definir formas melhores e mais assertivas de atuação. 

A busca pela satisfação dos alunos é fundamental para mantê-los em sua instituição. Pensando nisso, é preciso oferecer a melhor experiência possível a fim de que eles agreguem valor à sua IE. Para isso, você precisa trabalhar o dia a dia para superar as expectativas deles. 

Para desenhar esse processo, utilizamos como base os 5 indicadores preventivos na gestão da permanência: inadimplência, frequência, desempenho acadêmico, satisfação e comportamento. Ao longo deste post, vamos entender melhor como trabalhar com cada um deles. =)

A Rubeus pode te ajudar a traçar práticas eficazes que permitirão a sua instituição atuar junto com esses alunos (possíveis desistentes). 

Conheça os benefícios de fortalecer o processo de Controle de Evasão:

  • Diminuição da taxa de evasão;
  • Aumento do tempo de permanência dos seus alunos;
  • Aumento da percepção de valor dos seus alunos;
  • Criação do senso de cuidado e atenção;
  • Aumento do índice de indicação de novos alunos.

2) Controle de inadimplência 

Não é novidade para ninguém que a implementação de um processo de cobrança eficaz diminui a taxa de inadimplência da instituição.

Mas, esse processo pode ser mais humanizado. A utilização de canais de comunicação como e-mail e SMS, aproximam a instituição do aluno e facilita a interação.

A implementação de um processo automatizado, para realizar o controle de inadimplência, permite enviar mensagens para o aluno durante todo o processo. Veja alguns exemplos de mensagens da régua de relacionamento:

Principais eventos da régua de relacionamento:

  • Notificação de boletos disponíveis;
  • Sua mensalidade vence em 2 dias;
  • Sua mensalidade vence hoje;
  • Pagamento realizado;
  • Dicas para emitir a segunda via;
  • Lembrete de pagamentos em atraso;
  • Aviso de inclusão no cadastro de proteção ao crédito;
  • Convite para realização de acordo.

Com a automatização do envio das notificações, a equipe pode focar no trabalho humanizado. Assim, será possível aumentar a permanência dos alunos e a satisfação com o atendimento.

3) Educação continuada

A partir de agora, não basta só manter o aluno e transformá-lo em fã da sua instituição. É indispensável também trabalhar um certo encantamento capaz de incentivá-lo a consumir os demais serviços disponíveis em sua IE.

Assim, o principal objetivo desta etapa é fazer com que o aluno fique tão satisfeito que queira continuar os estudos em sua instituição. Pelo fato de já conhecê-la e confiar na qualidade dos seus serviços. Por exemplo, um aluno, após concluir a graduação em sua instituição, escolha uma de suas pós-graduações.

Conheça os benefícios de fortalecer o seu processo de Educação Continuada:

  • Aumento do seu ticket médio;
  • Complementação da formação acadêmica, objetivando colocar o aluno como protagonista da sua própria trajetória educacional. 

Esse processo traz inteligência para a captação de alunos, utilizando a força da base de alunos para gerar mais matrículas.

Aqui, apresentamos somente os benefícios de cada um desses processos promovidos ao adotar, corretamente, a Gestão da Permanência. Mas, preparamos um e-book no qual você tem acesso aos objetivos de cada um desses pilares. Tem também acesso à diversas sugestões de práticas estratégicas para cada um deles. Para baixá-lo, clique aqui

4) Renovação de matrícula

Sabemos que a renovação de matrícula é um ponto crítico para qualquer instituição de ensino. Identificar, antecipadamente, os alunos que estão aptos a renovar a matrícula e os alunos que não estão permite que você crie uma régua de relacionamento. Sendo possível se comunicar corretamente com cada aluno.

Veja algumas interações importantes para quem já possui um processo de renovação de matrícula on-line:

  • Lembrete do início da renovação de matrícula;
  • Checklist dos critérios a serem atendidos para rematrícula on-line;
  • Orientação em caso de rematrícula presencial;
  • Rematrícula para bolsistas;
  • Acesso ao portal para acompanhar eventual(is) pendência(s);
  • Comunicado de rematrícula on-line não disponível para os não aptos;
  • Comunicado de rematrícula on-line disponível para os não aptos;
  • Orientação para a conclusão da rematrícula on-line.

Retenção X Gestão da Permanência

Retenção

A expressão retenção de alunos é muito empregada pelas instituições de ensino e em todos os processos de gestão educacional. No entanto, atualmente, esse conceito vem sendo substituído por Gestão da Permanência. 

Isso está acontecendo porque  o termo “reter” pode transmitir a ideia de que a instituição está forçando o aluno a estar ali. Ou seja, sem ouvi-lo e sem proporcionar fatores capazes de garantir a sua satisfação e a melhor experiência como estudante.

Portanto, a retenção pensa em ações com o objetivo de reter alunos de maneira corretiva. Ou seja, só se pensa e pratica ações a partir de uma ação gerada, nesse caso, uma possível evasão.  

#Exemplificando:

Imagine uma situação de evasão de vários alunos de um mesmo curso, mas em diferentes semestres. Após algumas ponderações, verificou-se que o motivo principal para a desistência dos alunos é insatisfação com o método de ensino de alguns professores do curso. Somente após muitos alunos evadirem, a instituição resolveu realizar uma pesquisa de satisfação. Através dela, identificou-se dois professores que estavam gerando muita insatisfação. De acordo com os motivos apontados pelos alunos, a coordenação optou por  demiti-los.

Gestão da Permanência

Já quando pensamos na Gestão da Permanência, percebemos que ela trabalha de maneira coordenada e sistêmica. Visando fazer parte da estratégia de negócio da instituição ao garantir o bom desempenho a longo prazo. 

Por meio dela, é possível aliar melhorias nas taxas de permanência dos alunos com o sucesso dos estudantes e, consequentemente, o sucesso da sua instituição como um todo. 

Resumidamente, podemos dizer que a Gestão da Permanência busca agir de maneira preventiva. Ou seja, não há a necessidade do aluno já estar decidido a evadir para que alguma ação seja realizada

#Exemplificando:

Se retomarmos ao exemplo apresentado acima sobre a retenção de alunos, veremos uma mudança significativa nas atitudes e métodos da instituição. Isso porque a IE não esperaria vários alunos evadirem para mudar os professores, pois esse problema já seria identificado no momento em que os alunos se enquadrassem nos indicadores preventivos.

Isso significa que a alteração ocorreria antes das evasões. Uma vez que haveria um acompanhamento preventivo, a saída dos alunos poderia ser evitada. 

Percebeu a diferença? Enquanto na retenção a sua instituição está “atrás” dos alunos evadidos. Na Gestão da Permanência, ela está “à frente”, indo muito além de atuar de modo que não evadam, agindo para que eles estejam satisfeitos com a qualidade oferecida por sua IE. Essa qualidade pode estar associada a diferentes aspectos, como estrutura, corpo docente e ensino, por exemplo. 

Gestão da Permanência: conheça os indicadores preventivos

Agora que já conhecemos a importância da Gestão da Permanência sobre o desempenho a longo prazo das instituições de ensino, é preciso atuar com práticas estratégicas através do acompanhamento de indicadores. 

Assim, este é o momento ideal para entender cada um deles e a melhor forma de atuação, veja:

Indicadores Gestão da Permanência - Rubeus

  • Inadimplentes 

A inadimplência de alunos é um dos principais problemas enfrentados pelas instituições de ensino. Por isso, esse indicador precisa ser monitorado de perto, dentro do processo de Gestão da Permanência.

De acordo com dados disponibilizados pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC), o país encerrou maio de 2018 com cerca de 63,29 milhões de inadimplentes. Embora esses números não se restrinjam ao setor educacional, é possível ter uma ideia do quanto esse problema aflige inúmeras empresas.

Talvez, você esteja pensando que esse indicador é ótimo para verificar o estado financeiro da instituição, não é mesmo? E você está certo. Mas, esse indicador é tão importante e relevante que não deve ser analisado apenas para perceber a saúde financeira e o capital de giro da instituição, por exemplo. 

Ele deve ser visto sob a ótica de: se seu número de alunos inadimplentes está elevado, essa situação pode indicar possíveis evasões. Isso ocorre porque, na grande maioria dos casos, os alunos com mensalidades atrasadas podem estar enfrentando dificuldades financeiras. O que  podem levá-los a desistirem do curso e, consequentemente, da sua instituição. 

Analisando essa situação em tempo real de forma estratégica, a instituição pode estruturar processos que podem evitar o acúmulo da dívida, sugerir acordos e, até mesmo, desenvolver programas que auxiliam na gestão da permanência desses alunos.

Viu como você pode usar esse indicador estrategicamente?

  • Frequência

Outro indicador que deve ser sempre analisado é a frequência. Assim, como na inadimplência, quanto maior for o número de faltas, mais preocupante a situação se torna e mais propício a evadir aquele estudante está. 

Por isso, é extremamente importante procurar avaliar, junto a cada potencial evasor, quais são as principais causas que estão motivando a ocorrência das faltas constantes registradas.  

Com a finalidade de sanar problemas relacionados à frequência escolar, é interessante pensar caso a caso, desenvolvendo práticas individuais e/ou coletivas, dependendo de cada situação. Nos casos em que há necessidade de trabalhar com ações coletivas, é imprescindível procurar e entender não apenas os alunos e o corpo docente, mas também seus pais e familiares, por exemplo. 

  • Desempenho Acadêmico

Uma das situações que mais desmotivam o aluno, sem dúvidas, é o baixo rendimento acadêmico. Ir mal em uma prova ou outra é relativamente normal. Isso porque é preciso tempo para se adequar aos conteúdos novos e às novas metodologias de ensino que variam de disciplina para disciplina e também de acordo com o professor. 

Porém, o problema acontece quando as notas baixas se tornam frequentes e essa situação começa a impactar, fortemente, o rendimento acadêmico dos alunos. Por isso, outro indicador capaz de ajudar a identificar possíveis evasões é o de desempenho acadêmico. 

A primeira ação preventiva, nesse caso, seria verificar aqueles alunos que estão com notas inferiores à média proposta pela instituição. E também aqueles que vêm apresentando uma queda brusca e preocupante de um certo período de tempo.

De posse dessas informações, sua instituição pode criar planos de intervenção inteligentes para cada uma das situações e razões identificadas junto aos seus alunos.

Destaca-se que esse indicador pode estar, muitas vezes, atrelado ao de Satisfação, o que torna a possível evasão ainda mais acentuada.

Criar um processo automatizado de comunicação entre o coordenador e os alunos contribui para resolução de pequenos problemas que podem resultar em uma evasão. Uma régua de relacionamento, que avalia o indicador para enviar a mensagem certa para cada situação, viabiliza um processo que, se feito manual, torna-se inviável para o coordenador de curso de uma instituição de ensino superior. 

Essa régua aproxima o coordenador do aluno, além de mostrar que a instituição se preocupa com ele.

  • Comportamento

O comportamento do aluno também é um importante indicador que pode dizer muito sobre a sua possível saída. Por isso, realizar uma observação estratégica pode resultar em possíveis alunos interessados em evadir. Além de ajudar a sua instituição de ensino a entender quais são os principais comportamentos de potenciais evasores.

Como fazer isso sem ser invasivo, ou seja, de forma natural? Os professores que possuem contato direto no dia a dia com os alunos podem ser a chave para esta questão.

Entretanto, para que esse processo seja realizado corretamente, eles devem ser treinados para serem capazes de identificar sinais de possíveis desistências, como alunos desestimulados ou com dificuldades de aprendizado. Através disso, você terá informações importantes para nortear suas ações, da melhor forma possível. 

É possível também agir através de comportamentos que podem ser monitorados automaticamente. Por exemplo, no ensino superior, um aluno do 2º ano que solicita a ementa, muito provavelmente está pensando em se transferir. Automaticamente, esse aluno ganha prioridade no processo de Gestão da Permanência e algo pode ser feito antes que ele saia.

  • Satisfação

Quando nos referimos à satisfação do aluno, estamos falando da percepção do todo. 

Isso significa dizer que a satisfação envolve vários aspectos. Além disso, para estar satisfeito com a sua instituição, o estudante precisa atribuir e agregar valor a cada um deles.

Esses aspectos percebidos e valorizados englobam o relacionamento com o aluno, desde o porteiro ao reitor. Por isso, para estruturar esse indicador, é fundamental que o aluno avalie todos os aspectos da sua instituição. Ou seja, considere a metodologia utilizada, o conteúdo lecionado, o suporte acadêmico, o atendimento e a capacitação do corpo docente bem como a estrutura física da instituição e das salas de aula.

Essa avaliação realizada pelos alunos servirá como “um termômetro” para a instituição avaliar como ela está em todos os quesitos colocados em pauta. Assim, essa avaliação de satisfação pode ser vista como uma fonte rica de informações. Isso porque será um completo banco de dados com possíveis mudanças e novas ideias que podem melhorar a atuação da sua IE.

Nós, da Rubeus, entendemos a relevância desse indicador para identificar os alunos que estão propensos a sair da sua instituição de ensino. Por esse motivo, a busca pela satisfação é trabalhada com muita atenção.

Nossa proposta, para isso, é atuar baseando-se em pilares que envolvem distintas esferas de atuação da instituição, vamos conhecê-los?

  • Veja os 5 principais fatores da satisfação:

1) Ensino

A qualidade do ensino afeta, diretamente, a satisfação dos estudantes. Isso porque é visível que práticas e metodologias de ensino monótonas não estimulam a participação e interação dos estudantes. O que pode contribuir efetivamente para dificuldades de aprendizagem.

Além disso, grades estudantis com defasagem ou com conteúdos aquém do curso podem despertar aquele velho sentimento de “Porque tenho que estudar isso se nunca vou utilizá-lo em minha profissão?”. 

Permitir que o aluno avalie a cada aula, enviado feedback positivo e/ou negativo em tempo real, com certeza potencializa a tomada de decisão, além de identificar situações de crise recentes.

Com base nesses feedbacks, a dica é fazer automações que podem mostrar como o estudo teórico complementará a prática. E demonstrar como isso será um diferencial para que ele se torne e seja visto como um profissional de sucesso perante o mercado de trabalho. 

2) Estrutura

Por se tratar do ambiente de aprendizagem, a infraestrutura física oferecida pela instituição também tem um impacto significativo na percepção dos estudantes. Além disso, é importante considerar a tecnologia e o pessoal. 

Nesse sentido, é importante avaliar a qualidade dessas três dimensões. É preciso compreender os melhores caminhos pelos quais a educação e a aprendizagem são desenvolvidas, com o propósito de aprimorar, de forma cada vez mais assertiva, as suas estruturas. 

Com isso, você aumentará as chances da sua instituição de ensino conseguir oferecer os subsídios necessários para satisfazer as necessidades e, até mesmo, superar as expectativas dos seus estudantes. 

3) Corpo docente

Outro fator que impacta a satisfação dos alunos refere-se ao corpo docente da sua instituição de ensino. Isso acontece porque quando os alunos e professores mantêm uma boa relação, principalmente, dentro da sala de aula, se torna mais fácil o processo de aprendizagem.  

Esse bom relacionamento aumenta o engajamento entre as partes e contribui para que os alunos gostem dos seus professores e, indiretamente, da sua instituição. Para que isso aconteça na prática, é importante promover e incentivar constantes treinamentos de capacitação ou reuniões com o corpo docente. Buscando alinhar desde metodologias de ensino até a importância da boa relação com os estudantes.  

Buscar motivar esses profissionais também é interessante, tendo em vista que um professor satisfeito tende a participar e a contribuir efetivamente para o processo educacional.

4) Atendimento

De acordo com os dados da pesquisa realizada pela NewVoice, cerca de 58% das pessoas nunca mais voltam a comprar de uma empresa depois de uma experiência negativa.

Se considerarmos que uma experiência negativa logo no atendimento expõe a instituição de ensino e pode comprometer toda a experiência do aluno com o negócio institucional, esse também é um pilar da Satisfação.

Podemos dizer que esse é um problema de toda e qualquer empresa. Para resolvê-lo, sua instituição precisa traçar algumas estratégias de atendimento que sejam eficientes e que realmente funcionem com os seus alunos. Por fim, é primordial ter a consciência que atendê-los bem deve ser uma cultura adotada por toda a instituição.

5) Relacionamento 

Assim como o saber atender, saber relacionar-se com os alunos é essencial para conseguir alcançar a satisfação dos estudantes. É comum haver casos em que o aluno estuda na instituição, mas não sabe de quase nada dela. Isso acontece porque não há estímulos a um relacionamento entre as partes envolvidas.

Por mais que a sua IE mande e-mails elaborados, destacando os seus diferenciais, caso o seu aluno não conheça isso na prática, ele não assimilará valor nenhum. Por isso, o fator gente, ou seja, o relacionamento humano com o porteiro, corpo docente, técnicos administrativos e coordenador, por exemplo, faz toda a diferença para a criação de uma boa percepção pelo aluno. 

Lembre-se: seu aluno irá julgar de acordo com o que vê e, caso não conheça todo o seu processo, ele julgará de acordo com o que conhece.

#ATENÇÃO:

A Metodologia Rubeus propõe que o momento mais propício de iniciar a atuação através da Gestão da Permanência é a partir do instante em que o aluno se enquadre em, pelo menos, dois dos indicadores apresentados anteriormente. Quer saber mais sobre a Metodologia de Captação e Permanência de alunos da Rubeus? Clique aqui! 🙂

Fluxo da evasão: conheça as etapas de atenção e saiba como atuar

Os diferentes estágios nos quais o aluno percorre até uma eventual evasão precisam ser identificados e tratados, da melhor forma possível. Veja como a Rubeus classifica-os:

  • Potencial 

O potencial aluno evasor é aquele que ainda não sabe que quer sair da sua instituição. Porém, a situação em que ele encontra-se o acabará levando a isso. Geralmente, os potenciais evasores são alunos que se enquadram em dois ou mais indicadores preventivos tratados anteriormente.

> Como agir?

Saber exatamente qual a melhor abordagem para realizar o contato com o seu aluno é fundamental. Haja vista que a abordagem errada pode despertar nele aquilo que ele ainda não havia concluído: a vontade de evadir. Portanto, a sua equipe deve estar treinada e capacitada para abordá-lo estrategicamente. 

  • Declarado

O aluno declarado é aquele que já está abertamente decidido a evadir. Isto é, esse aluno já está de fato convicto a sair da sua instituição.

> Como agir?

A dica é tentar conversar com esse evasor declarado, buscando identificar o motivo do seu desejo de desligar-se. E, então, nessa conversa ou em uma posterior, apresentar possíveis soluções para o problema apresentado. Com isso, você demonstrará a esse aluno que você se importa com ele e que quer que ele continue os estudos em sua instituição. 

Assim, estabeleça um contato direto com o seu aluno. Aqui, seria interessante envolver o coordenador de curso ou os pais (no caso de escolas).

Lembre-se: embora o aluno esteja no estágio de declarado, ele ainda não está em processo de evasão. Ou seja, ainda há tempo para evitar a sua saída.

  • Em processo

O aluno em processo é aquele que solicitou a documentação necessária e já está em processo de saída. 

> Como agir?

É essencial que, quando o aluno esteja nesse estágio, a instituição já tenha identificado o motivo e já esteja atuando para sanar o problema. A dica é mostrar isso a ele para que seja possível ver que a IE está buscando formas de melhorar o que não está bom. Mesmo que isso não seja suficiente para a permanência do aluno, ele verá que a sua opinião foi ouvida e considerada. 

Além disso, torne o processo fácil! Nada de impedir e forçar de alguma forma, para que o aluno perceba, por conta própria, as vantagens de continuar estudando com você. Resumidamente, não torne esse momento tão delicado ainda mais complicado: siga os prazos e permaneça com o bom atendimento.

  • Evadido

O aluno evadido é aquele que já saiu da sua instituição e sua equipe não conseguiu impedir essa evasão.

> Como agir?

A melhor forma é esquecer? Não! O aluno que evadiu deve ser visto como uma fonte de informações para o estabelecimento de estratégias corretivas. Não o retire da sua base de dados (ao menos que ele queira). Pelo contrário, monitore-o e trabalhe, dia após dia, para que ele queira voltar para a sua instituição. 

Saiba como a Plataforma Rubeus pode te ajudar na permanência dos seus alunos

A Rubeus entende que a sua instituição precisa criar (e fortalecer) o relacionamento com os alunos, principalmente com os possíveis evasores. Pensando nisso, ajudamos as instituições de ensino a desenvolverem diversas ações que atuam como barreiras e servem como indicadores de satisfação. 

Uma delas é o envio de e-mails de relacionamento que variam de acordo com os indicadores no qual o aluno se enquadra. Para exemplificar, preparamos um modelo desse tipo de e-mail para ser enviado para aqueles alunos que estão apresentando baixo rendimento acadêmico. Veja:

Conclusão

Trabalhar a Gestão da Permanência é preocupar-se em garantir o sucesso do estudante. Isso se torna possível através de ações que o apoie durante todas as etapas da Jornada de Compra Educacional em sua instituição de ensino.

Conclui-se, então, que buscar proporcionar esse sucesso ao estudante está diretamente relacionado com a busca pelo êxito e bom desempenho da sua instituição também. 

Dessa forma, trabalhar os indicadores preventivos da evasão é fundamental para atuar contra a saída de alunos. Ou seja, contribuir para melhores níveis de permanência deles. 

Por fim, vimos também sobre os estágios de um Fluxo de Evasão e quais são as práticas mais eficientes de serem praticadas em cada um deles. Acreditamos que, agora, você está preparado para aplicar os processos de Gestão da Permanência. E verificar de perto como ela pode ajudar a sua instituição a alavancar os resultados. 

Aprendeu coisas novas? Ou quer compartilhar alguma experiência sobre esse assunto? Fale conosco! 😉

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