A necessidade de um psicopedagogo na escola: entenda mais sobre

Sabemos que o processo de ensino-aprendizagem pode ser bastante complexo, o que evidencia a importância de contar com a ajuda de um profissional capacitado para trabalhar esses desafios. Por isso, entenda agora a necessidade de um psicopedagogo na escola e como esse profissional atua para garantir um processo de ensino-aprendizagem eficaz.

E tem mais! Elencamos também, ao longo do conteúdo, alguns materiais complementares. Tudo isso para tornar a sua experiência mais completa. Por isso, fique atente-se para não perder nada!

Boa leitura e bons insights!

Introdução

O ambiente escolar, na grande maioria das vezes, traduz-se em uma dinâmica intensa. Isso significa que demanda-se o desenvolvimento de diferentes habilidades que, para alguns alunos, principalmente na educação infantil, podem ser muito desafiadoras.

Além disso, é bastante comum, em crianças e adolescentes com alterações do neurodesenvolvimento e com autismo, dificuldades no processo de ensino-aprendizagem. 

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Justamente com a finalidade de atuar nesta lacuna, as instituições de ensino devem contar com o psicopedagogo. Esse profissional é capacitado no estudo do comportamento humano, nos processos cognitivos no contexto da educação e a sua aplicação prática no dia a dia da rotina escolar.

Através do profissional capacitado em psicopedagogia, a instituição de ensino consegue realizar uma educação mais inclusiva e humana. Tudo isso ilustra a necessidade de um psicopedagogo na escola.

O psicopedagogo e a escola

Em suma, o psicopedagogo escolar desenvolve o papel vital de compreender os processos de aprendizagem de cada aluno. Ele identifica como o estudante aprende, quais são suas dificuldades e suas potencialidades. Dessa forma, a partir dessa análise, será possível auxiliá-lo no desenvolvimento de habilidades básicas como a leitura, a escrita e a capacidade de realizar contas.

A psicopedagogia objetiva criar e/ou explorar diferentes ferramentas ou processos para auxiliar no desenvolvimento da educação. A formação de professores capacitados e a análise psicológica de cada situação são algumas das formas possíveis de abordar esta questão.

Por trabalhar com diferentes alunos, o psicopedagogo tem contato direto com diferentes grupos de aprendizagem. Isso porque cada pessoa possui suas particularidades e, portanto, requer abordagens específicas. 

A necessidade de um psicopedagogo na escola

Como vimos, o principal objetivo da psicopedagogia é melhorar o sistema educacional, proporcionando adequações nos métodos didático-pedagógicos que, porventura, podem intervir no desenvolvimento do aluno.

Por isso, ela tem como foco o aluno e o seu ambiente. Isso porque o ambiente é essencial para o êxito do processo. A principal missão desta especialidade é, sobretudo, o desenvolvimento satisfatório do aluno no campo educacional.

Além disso, o psicopedagogo deve realizar a ponte entre a escola, família e paciente com a finalidade de viabilizar a educação inclusiva. Ou seja, contribuir para que os alunos caminhem juntos, respeitando o desenvolvimento pessoal de cada um. ⠀

Quando encaminhar o aluno ao psicopedagogo?

Com o intuito de desenvolver essa percepção é importante que escola e responsáveis trabalhem juntos. Isto é, muito provavelmente, o aluno emitirá sinais claros que serão perceptíveis aos pais e/ou responsáveis e também aos docentes no dia a dia da dinâmica em sala de aula. 

A dificuldade no processo de ensino-aprendizagem pode ser traduzida através de: 

  • Alterações na escrita;
  • Representações gráficas (desenhos) distorcidas;
  • Desorientação direita-esquerda;
  • Atraso na definição da mão dominante para escrever;
  • Falta de horizontalidade no uso da linha;
  • Reversões e substituições sistemáticas de letras e números na escrita e na leitura;
  • Alteração sequencial de números e letras;
  • Desorganização espacial;
  • Dificuldade na realização de operações matemáticas;
  • Problemas de texto que dificultam a organização das informações a serem produzidas na forma oral-escrita;
  • Problemas para resumir, comparar ou avaliar;
  • Dificuldade em interpretar as peças e características de um desenho ou atividade;
  • Alteração na compreensão de regras de jogos;
  • Dificuldade em lembrar detalhes em sequência.

Ademais, além dos sinais acima, é importante ressaltar que, em muitos casos, o aluno poderá também desenvolver um comportamento ansioso. Isso acontece por ele não conseguir “acompanhar o ritmo” dos restantes. Especificamente na educação infantil, é primordial lembrar que, na grande quantidade dos casos, a ansiedade não será sinalizada através de um “estou ansioso”, mas sim um “minha barriga está doendo”. 

Isso ocorre porque a ansiedade nas crianças é percebida de uma outra forma, pois eles não conseguem distinguir o que estão sentindo. Frente a isso, nem precisamos ressaltar o quão vital é a sensibilidade de percepção do docente, não é?

Por falar em ansiedade no cenário educacional, tenho um conteúdo complementar para enriquecer sua leitura, veja só:

Ansiedade no ambiente escolar: como detectar, lidar e estruturar ações eficazes

De acordo com pesquisas realizadas recentemente, os índices de ansiedade no ambiente escolar estão em uma crescente. Tudo isso trás à tona realidades assustadoras nas instituições de ensino. Saiba como a sua escola pode se preparar para atuar em um momento tão delicado e ainda utilizar isso como um diferencial!

ANSIEDADE NO AMBIENTE ESCOLAR- RUBEUS

3 práticas capazes de estimular o desenvolvimento do aluno

Já que o nosso assunto é a necessidade de um psicopedagogo na escola, não podemos deixar de mencionar algumas práticas trabalhadas por esse profissional: 

1) Behaviorismo

O Behaviorismo propõe que a base fundamental de qualquer processo de ensino-aprendizagem seja trabalhada através de um reflexo condicionado, ou seja, através da relação associada que existe entre a resposta e o estímulo que a causa.

Assim, para colocá-lo em prática, o profissional deve utilizar recursos capazes de estimular o aluno, de forma a fazê-lo “reagir”.

2) Exemplo de questão: “Grande e Pequeno” 

Em síntese, as atividades terão como tema “Grande e Pequeno”. O objetivo é levar às crianças a aprenderem a estabelecer relações e diferenças entre o grande e o pequeno. 

3) Construtivismo

O construtivismo é uma corrente pedagógica baseada na teoria construtivista do conhecimento. Ela postula a necessidade de fornecer ao aluno as ferramentas necessárias que lhe permitam construir seus próprios procedimentos para resolver uma situação problemática. Isso implica que suas ideias podem ser modificadas e continuar aprendendo. 

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E aí, gostou?

Espero que esse material tenha sido útil! Agora, quero te convidar a compartilhar sua experiência conosco! Quando o assunto é a necessidade de um psicopedagogo na escola, sua IE já adota?

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